Quais os homens (e mulheres) que os causaram a primeira paixao e tesão na vida? Essa é sempre uma pergunta que vem quando se aborda o assunto. Escuto falar muito da influência da nudez na frente da criança, o quanto pode induzir a excessos (excessivos e recessivos mesmo). Quando eu penso, ligo tudo direto às primeiras masturbações, porque né... Mas, me bate uma dúvida, qual o conceito de masturbação? Eu comecei a me masturbar como manda o figurino com uma idade, mas, na verdade, muito antes disso. Aliás, eu me lembro das primeiras "viagens exploratórias" desde muito novo. Desde meus 3 anos, acredito. Juro. Deus salve a fraldinha que usava para pressionar meu pênis até chegar ao, então, "orgasmo". Isso é demais? Não sei, mas era muito natural. No entanto, eu sabia que tinha que ser escondido. Vamos aos porquês.

Venho de um ambiente familiar onde nudez e sexo são banalizados. Meus pais sempre andaram pelados ou semi na minha frente. Falar de sexo, e me refiro a descrição de detalhes sórdidos, sempre foi algo comum (em um lado da família apenas, faça-se justiça). Acho que justamente por isso, acabei entendendo que tinha que me dar aquele prazer na calada da noite, na minha cama já. E salve a fraldinha. Nesse mesmo lado da família, peguei algumas vezes uma prima se dando o mesmo prazer, porém apenas colocando as mãos no meio das pernas. Ela, ao contrário de mim, agia sem se dar conta do que estava fazendo (acho eu né!), pois nunca se abalou com a minha presença e ficava ali... na maior. Acho que isso dá um panorama familiar interessante para encerrar a questão do "escondido". Então, vamos às paixões e o tesão.
No começa da descoberta da sexualidade, tendemos a unir as duas coisas. Me refiro à infância, ok? Acho que sempre por uma admiração, acima de qualquer coisa, pela outra pessoa. Na minha história, lembro de dois pontos que me marcaram na descoberta da minha sexualidade e nos meus primeiros auto-prazeres. Um ponto, mais no início, mas depois da fraldinha, foi uma tara pela minha dinda. Passava muito tempo na casa dela enquanto minha mãe trabalhava. Ela nunca fez nada da vida, então, cuidava das crias todas. Enfim, um ser que pensa em sexo acima de qualquer coisa, ela, se comporta como tal. Adepta da linhagem semi-nua, andava muito de sutiã apenas na nossa frente. Hoje, acredito que ela sempre nutriu um certo prazer em se expor para os guris daquele jeito. Ainda antes de gozar, propriamente dito, lá pelos 9 anos, eu me masturbava imaginando ela caminhando na minha direção mexendo nos seus seios fartos. Era demais. Não sei dizer ao certo quanto tempo demorou para passar, mas não foi muito eu acho.

O outro ponto que me marcou foi aos 13 anos. O clássico caso do colega de colégio. Ele era mais velho, uns 16 ou 17 (escola pública). Da turma dos repetentes, cabelos compridos, estudioso (pasmem), queria passar na mesma prova que eu para uma escola ténica. Trocávamos notas de estudo, cada um do seu cursinho preparatório, e ele, ao contrário dos outros repetentes que não queriam nada com nada, me tratava como igual e era meu amigo. Acho que por ele eu fui um pouco apaixonado. Sem nem me dar conta. Eu idolatrava ele. Por causa da calça jeans branca dele eu pedi uma para a minha mãe (eram os anos 90, gente...). Ele foi motivo de muita masturbação na oitava série. Nenhum de nós passou na prova, não soube para que colégio ele foi. Mas, anos mais tarde, no dia do meu aniversário de 17 anos, encontrei ele em uma festa. Completamente drogado, nem me viu. Que choque que deu em mim.
Acho que aqui eu resumo minha história de paixão e tesão, em seus estágios iniciais. E vocês?
Abs.